
A inquietude que me aflinge, ora queima, ora congela, ora se faz presente de forma bastante pertinente. Questionamentos acerca de mim mesma, minhas ações, tuas ações,sobre as pessoas, sobre a natureza, sobre tudo o que pode ou não modificar relações sociais e naturais. Sei do meu nome na tua boca, do veneno que jogas em meu sangue para me matar, me fazer não mais respirar. Sei do que tem dentro de mim, algo fraco e ao mesmo tempo forte, amargo, azedo, almiscarado, que sai fraco de mim, mas se faz forte. Sempre maior, mais forte, como uma bola de neve. Não vejo amor em teus olhos. Vejo ódio, inveja, raiva. Abomino você.



